sábado, 4 de junho de 2016

TIMELINE #2

Timeline 2
Festival Internacional de Vídeo Arte em Belo Horizonte
Armênia, Brasil, Portugal, América Latina

O TIMELINE #2 – Festival Internacional de Vídeo de Belo Horizonte é um evento que terá sua segunda edição na cidade de Belo Horizonte. Pretende-se com o mesmo promover as produções videográficas de diversos artistas que abordem a relação das novas tecnologias e a arte contemporânea, com uma especial incidência no manuseio dos equipamentos de  vídeo e com ênfase na vídeo arte. O Festival é aberto a todos os artistas nacionais e estrangeiros que trabalhem ao nível de vídeo e vídeo arte. Serão realizadas igualmente várias mostras especiais de festivais convidados e autores consagrados.





LOCAIS
MUSEU MINEIRO - 20 a 22 de junho de 2016
Av. João Pinheiro, 342, Funcionários

SESC PALLADIUM - 01 a 03 de julho de 2016
Rua Rio de Janeiro, 1048 , Centro

19h – Entrada Franca
Classificação Indicativa: 16 anos

TIMELINE: Fonlad_ Portugal
TIMELINE: Artavazd Peleshyan _Armênia
TIMELINE: Felipe Barros_ Brasil
TIMELINE: Insurgentes Latino Americanos 1*
TIMELINE: Insurgentes Latino Americanos 2*
*Curador convidado: Carlosmagno Rodrigues


FONLAD_Portugal
S/ Título", Teresa Gomes, 2013, 2:52
"The Guise", Inês Bonhurst, 2012, 5:00
"S/ título", Eduardo Ferreira, 2013, 3:10
"S/ título", Inês Lopes, 2013, 2:29
"Melke", Ana Varela, 2013 , 2:46
"Continuum", Ana Barroso / Nuno Manuel Pereira, 2011, 3:00
"Time", José Carlos Nascimento, 2012, 3:32
"Transparente", Iria Arriaga, 2009, 3:00
"O Outro", Rita Ruivo,2015, 1:13
AI! MÁ COMPANHIA #1 ou ANGEL BUTIFARRA - Andrea Inocêncio e Marcel.lí Antúnez | 2010 | 4'31'' | PT / Spain













Artavazd Peleshyan_ Armênia
- The Beginning  - 10´- 1967
- Inhabitants – 9´- 1970
- Seassons – 19´- 1975
- We – 27´- 1969
- End – 10´ - 1994
- Live – 6´ - 1993
- Our Century – 47´- 1983
-Earth of People – 10´- 1966

Felipe Barros_Brasil
Mérito - 3´48” – 2016
O tempo tem uma espessura de segredo guardado – 4´17” – 2016
Aquários – 3´31” – 2016
Um copo de mar – 5´22”  - 2016
Monólito Carnaval – 8´49” - 2016
Adeus a Carne – 4´53” - 2013
Não confie a ninguém o seu segredo – 3´- 2012
Todo silêncio me incomoda – 5´14” – 2011
O que nos dividiu agora é soma – 3- 37” – 2010
O tempo dentro do tempo – 4´14” – 2010
Orawa – 3´40” – 2010
Murmúrio da Vida – 2´43” – 2009
 98001075056 – 3´11” - 2009

INSURGENTES LATINO-AMERICANOS I
Valediction (Прощание / Despedida) - Pablo Paniagua - 06’- Bolívia 2015 -
Leitura -  Jeannie Helleny - 1’40” - Brasil  2014
Procura-se - Jeannie Helleny - 41’ - Brasil  2014
Labestia 2015  - Kiro Russo - 12’35” - Bolívia 2015
Fragmnt - Paola Perdida- 1’25" - Brasil/Alemanha 2016
2 de Noviembre - Colectivo Sinmotivo (Pablo Paniagua, Manuel Seoane) – 4’ 46” - Bolívia 2015
Wild Horse - Clarice Steinmüller – 16” - Brasil 2013
Vitamina de Santo/ Saint Vitamin- Clarice Steinmüller – 4’ - Brasil 2013/2016 -
Saída / EXIT - Clarice Steinmüller – 3’ 18” - Brasil 2012
Nueva Vida - Kiro Russo – 15’ 15” - Bolívia/ Argentina 2015
Sangre - Cris Ventura – 3’ 30” - 2009
Trajeto com beterrabas - Ana Reis -  8’ 25” - Brasil 2009

INSURGENTES LATINO-AMERICANOS II
Plato Paceño - Carlos Piñero– 10’ - Bolivia 2014
Sun  Sets - Simone Pazzini – 3’ - Mexico 2012/2016
Cuaderno sobre mar - Simone Pazzini – 4’ 45” -Mexico 2012
Adiós Byebye - Simone Pazzini – 1’ 11” -Mexico 2009
Max Jutam - Carlos Piñeiro – 11’ 13” - Bolívia 2010
Fragmento de coisas que Dançam (1) - Zi Reis e Sara Silva Ribeiro – 27” - Brasil 2010 .
Acalanto - Zi Reis – 23’ 21” - Brasil 2010
Fragmento de coisas que Dançam (3) - Zi Reis e Sara Silva Ribeiro – 27” - Brasil 2010
Estudo Feitio - Alonso Pafyeze e Lorena Ortiz – 10’ 40” -Brasil 2011
ROÇAdeira Sessão1#Labiríntimus - CAPInA - 44" - Brasil 2012
ROÇAdeira Sessão2#mutirão - CAPInA, Babidu Barboza e Thiago Lemos - 1' 25" - Brasil 2015
Juku - Kiro Russo - 17´50” - Bolívia 2011

SINOPSES
FONLAD_PORTUGAL
Time - José Carlos Nascimento -3´32” – 2012 - Time é uma peça vídeo, que explora a noção empírica de tempo. Foi feita em Istambul, gravando com duas câmaras em simultâneo: uma apontando para mim e outra para a frente. As imagens provenientes de cada uma das câmaras são apresentadas sincronizadamente em projeções paralelas, representando, assim, em termos espaciais e segundo o meu ponto de vista (porque sou eu que opero as câmaras) o tempo passado, presente e futuro.


Continuum -  Ana Barroso / Nuno Manuel Pereira – 3’ – 2011 - Filmado no Porto de Lisboa em 2011, o vídeo mostra a captura de diferentes tempos e espaços em movimento que se sobrepõem no mesmo plano de perceção para criar a simultaneidade do fragmento e da totalidade e, consequentemente, a ilusão de uma narrativa visual cinestésica.



S/ Título - Teresa Gomes – 2’ 52” – 2013 - Uma personagem deambula num espaço por ela desconhecido, explora, corre, brinca, experimenta, é lhe dada liberdade, no entanto esta é finita, dado o espaço que lhe é proposto explorar, não só ser limitado pelas suas paredes, os seus obstáculos, mas por ser um “acidente da minha imaginação.”

Melke - Ana Varela – 2’ 46” – 2013 - Melke, significa ‘a minha imagem’ em hebraico. A imagem é o corpo, o corpo humano a ser percorrido em busca do mais ínfimo detalhe na textura, acompanhando todos os movimentos e o pulsar do mesmo. A viagem acompanha todas as formas e volumetrias do corpo, dos pés à cabeça.





S/ título - Inês Lopes – 2’ 29”- 2013 - Este trabalho vídeo baseia-se nas sensações através da água e mesmo nos seus próprios sons. Cada pessoa interpretará o vídeo conforme o que sentir. Procuro fazer com que cada espectador entre no seu mundo onírico e/ ou sensacional. É com a necessidade de mostrar e aconselhar ao público de como podemos tirar partido das coisas mais simples que a natureza nos oferece, que realizo este trabalho. Como podemos, pura e simplesmente ouvir e ver o que nos é dado. Algo que, pessoalmente, gosto de fazer. Sentir puramente o que me é oferecido e tirar o maior partido disso. Neste caso, uma sensação de calma, paz e um transporte para o meu psicológico mais profundo.

S/ título - Eduardo Ferreira – 3’ 10” – 2013 - A partir de 2012 começo a colocar-me em frente da câmara, dando assim início a uma série de vídeo-performance. Nesta série, num ato inconsciente exploro o “eu” através da expressão facial e vocal, materializando as várias partículas, que, durante o ato performativo, o traduzem.







Ai! Má Companhia - Andrea Inocêncio e Marcel.lí Antúnez- 4’ 31” – 2010 - Duas células handicapadas, Alama & Butifarra, mostram como o canibalismo é a origem da sexualidade.

The Guise - Inês Bonhurst – 5’ – 2012 - O Guise / O disfarce“ é uma peça inspirada na alegoria da caverna de Platão, uma história que, de uma forma ou de outra, essencialmente, descreve a condição humana. Neste conto alegórico pessoas como nós estão presas desde o nascimento numa caverna. Em “The Guise” a bailarina está ligada a uma árvore, que representa as raízes que nos suspendem e nos fazem o que somos.

Transparente - Iria Arriaga – 3’ – 2009 - Transparência da pedra, transparência do corpo, o grito - sussurro do três. Transparente.











O Outro - Rita Ruivo – 1’ 13” – 2015 - O Outro é um vídeo de 36 segundos em loop. Surge da criação de duas personagens plásticas, tendo sido a condição física dos materiais o mote de definição destas personalidades, e a relação dos dois elementos o tema da sua acção. Relação esta, que acabou num certo dia de filmagens mas mantém viva quando observada, existindo numa acção limitada pelo tempo, tornando-se efémeras numa eternidade salvaguardada pelo Retorno.



ARTAVAZD PELESHYAN_ ARMÊNIA
The Beginning  - 10´- 1967 - Ensaio filosófico sobre a Revolução de Outubro de 1917 na Rússia , sua influência sobre o destino do mundo no século 20









Inhabitants – 9´- 1970 - De frente para o inimigo do povo , Estados soviéticos se unem para descobrir mais tarde que tinham sido dirigidas pelo grupo . Rebirth vem pacificamente no início, mas ele se transforma em um destino recorrente. Disse na alegoria animal.




Seassons – 19´- 1975 - Ensaio sobre pastores da Arménia , sobre a contradição e a harmonia entre o homem e a natureza , marcado para Quatro Estações de Vivaldi .











We – 27´- 1969 - Filme Monumental explorando a identidade e o destino da nação armênia.









End – 10 – 1994  A luta das pessoas por meio de período de mecanização Soviética. O filme começa com uma homenagem às raízes arménias de Peleshian .
Live – 6´ - 1993 - Ensaio poético sobre o início da vida, desde dores de parto e nascimento e sobre o seu significado simbólico.







Our Century – 47´- 1983 - Um homem abre seu próprio caminho para a sua alma através de uma busca intelectual , tragédias de nações e drama pessoal









Earth of People – 10´- 1966 - Ensaio louvando a vida humana e de trabalho, a beleza eterna e expressão do pensamento humano.









FELIPE BARROS_BRASIL
Mérito - 3´48” – 2016 - Não sabemos onde estamos. Não sabemos o que somos. Nada sabemos, a não ser que há uma noite pura e vazia à nossa espera."








O tempo tem uma espessura de segredo guardado – 4´17” – 2016 - Temos necessidade de acreditar em anjos, para nos sentirmos humanos.








Aquários – 3´31” – 2016 - A eternidade passa como o vento, só o tempo é eterno.
Um copo de mar – 5´22”  - 2016 - Sempre amei o que nasce. Sempre amei o que morre. O longo murmúrio da vida quando a noite desaba sobre as casas dos homens.
Monólito Carnaval – 8´49” – 2016 - Água do mar nos olhos, no carnaval dos espíritos.










Adeus a Carne – 4´53” – 2013 - Todo animal é feito de carne. Eu sou carne. Vocês são carne. Tudo é parte do bufê do universo.









Não confie a ninguém o seu segredo – 3´- 2012 - Viva e morra fechado como um caracol. Não confie a ninguém o seu segredo. A verdade não pode ser dita.

Todo silêncio me incomoda – 5´14” – 2011 - Todo silêncio me incomoda, pois ele sempre omite alguma coisa.








O que nos dividiu agora é soma – 3- 37” – 2010 - Entre os que vão e vêm eu também venho e vou.  Nos tormentos do mundo fui multiplicado e de tanto existir já não sei mais quem sou."








O tempo dentro do tempo – 4´14” – 2010 - Que o tempo passe, vendo-me ficar. O passar é ficar sempre."









Orawa – 3´40” – 2010 - Um ensaio abstrato sobre uma camisa suada.














Murmúrio da Vida – 2´43” – 2009 - O dia mais longo do homem dura menos que um relâmpago."




98001075056 – 3´11” – 2009 - Guardados nos corpos dos nossos velhos.






INSURGENTES LATINO-AMERICANOS I
Valediction (Прощание / Despedida) - Pablo Paniagua - 06’- Bolívia 2015 -
Leitura -  Jeannie Helleny - 1’40” - Brasil  2014










Procura-se - Jeannie Helleny - 41’ - Brasil  2014










Labestia 2015  - Kiro Russo - 12’35” - Bolívia 2015







Fragmnt - Paola Perdida- 1’25" - Brasil/Alemanha 2016









2 de Noviembre - Colectivo Sinmotivo (Pablo Paniagua, Manuel Seoane) – 4’ 46” - Bolívia 2015









Wild Horse - Clarice Steinmüller – 16” - Brasil 2013













Vitamina de Santo/ Saint Vitamin- Clarice Steinmüller – 4’ - Brasil 2013/2016 -









Saída / EXIT - Clarice Steinmüller – 3’ 18” - Brasil 2012









Nueva Vida - Kiro Russo – 15’ 15” - Bolívia/ Argentina 2015









Sangre - Cris Ventura – 3’ 30” - 2009










Trajeto com beterrabas - Ana Reis -  8’ 25” - Brasil 2009















INSURGENTES LATINO-AMERICANOS II 
Plato Paceño - Carlos Piñero – 10’ - Bolivia 2014









Sun  Sets - Simone Pazzini – 3’ - Mexico 2012/2016









Cuaderno sobre mar - Simone Pazzini – 4’ 45” -Mexico 2012










Adiós Byebye - Simone Pazzini – 1’ 11” -Mexico 2009












Max Jutam - Carlos Piñeiro – 11’ 13” - Bolívia 2010











Fragmento de coisas que Dançam (1) - Zi Reis e Sara Silva Ribeiro – 27” - Brasil 2010 .









Acalanto - Zi Reis – 23’ 21” - Brasil 2010
Fragmento de coisas que Dançam (3) - Zi Reis e Sara Silva Ribeiro – 27” - Brasil 2010








Estudo Feitio - Alonso Pafyeze e Lorena Ortiz – 10’ 40” -Brasil 2011











ROÇAdeira Sessão1#Labiríntimus - CAPInA - 44" - Brasil 2012










ROÇAdeira Sessão2#mutirão - CAPInA, Babidu Barboza e Thiago Lemos - 1' 25" - Brasil 2015













Juku - Kiro Russo - 17´50” - Bolívia 2011











PROGRAMAÇÃO
MUSEU MINEIRO
20/06 – 19H – Insurgentes latino Americanos 1 / Fonlad_Portugal
21/06- 19h – Insurgentes Latino Americanos 2 / Felipe Barros_Brasil
22/06 – 19h - Artavazd Peleshyan _Armênia

SESC PALLADIUM
01/07 – 19h - Fonlad_Portugal
              20h - Felipe Barros_Brasil
01/07 – 19h - – Insurgentes latino Americanos 1
              20h - – Insurgentes Latino Americanos 2

01/07 – 19h - Artavazd Peleshyan _Armênia

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

TIMELINE - PROGRAMAÇÃO E SINOPSES



TIMELINE BH – FESTIVAL INTERNACIONAL DE VIDEO ARTE
O TIMELINE #1 – Festival Internacional de Vídeo de Belo Horizonte é um evento que terá sua primeira edição em novembro de 2015 na cidade de Belo Horizonte no Museu Mineiro. Pretende-se com o mesmo promover as produções videográficas de diversos artistas que abordem a relação das novas tecnologias e a arte contemporânea, com uma especial incidência no manuseio dos equipamentos de  vídeo e com ênfase na vídeo arte. O Festival é aberto a todos os artistas nacionais e estrangeiros que trabalhem ao nível de vídeo e vídeo arte. Serão realizadas igualmente várias mostras especiais de festivais convidados.

5, 12, 19, 26 de novembro de 2015
Museu Mineiro – Av. João Pinheiro, 342 – Funcionários – BH
20:00 – Entrada Franca
Classificação indicativa: 16 anos

Programação
Dia 05 de novembro
TIMELINE: BRASIL 1
9Vembro – Carlos Magno Rodrigues – 10´- 2015
Dispositivo cinematográfico – Claudia Cardenas e Rafael Schlichting  - 5´38” - 2012
Oceanne – Gabraz e Anne – 5´27” - 2014
Papagaios – Francisco Pereira – 2´41”- 2015
Hiatus – Felipe Barros – 11´00” - 2011
Sentimento Obscuro - Raphael Minhoso, Renato Oliveira e Vagner Santos – 4´38” - 2015

Dia 12 de novembro
TIMELINE: CINE AGUA
Postal - Nelton Pellenz – 3´11”  - 2015
Entrelinhas - Nelton Pellenz – 2´44” – 2008
Tripulante - Dirnei Prates – 9´10” - 2007
Abdução - Nelton Pellenz – 3´57”- 2014
Netuno – 2´59” - 2012  
Relógio - Dirnei Prates – 3´35” - 2005
Alhures  - Cine Água -1´14” - 2013           
Um tanto a leste deste mesmo lugar - Nelton Pellenz - 3'17" – 2011

Ensimesmado - Dirnei Prates – 2´16” - 2012
Sertão - Dirnei Prates – 2´ - 2007
Livros - Dirnei Prates – 1´32” – 2007

Dia 19 de novembro
TIMELINE: BRASIL 2
Vigilia - Larissa Monteiro – 3´- 2015
Com muito amor - Marco Paulo Rolla – 9´23” - 2011
A Melhor Maneira De Se Conectar As Pessoas  - Éder Santos – 3´ - 2014
Cuando tengo comida en mis manos - Paulo Nazareth – 7´12” - 2012
O Novo Monumento – Luiz Roque – 5´30” – 2013
Verde engano - Julia Baunfeld – 4´10” - 2013
 9493 - Marcellvs L – 11´17” - 2011

Dia 26 de novembro
TIMELINE : MÉXICO
Seleção de curtas mexicanos com curadoria de Irving Dominguez ( Curador e investigador independente. Realizou estudos sobre a Historia da Fotografía, Metodologías para a Análise da Imagem ey Curadoria no Centro de la Imagen (CONACULTA), na Escuela Nacional de Antropología e Historia (INAH), e no Instituto de Investigação Dr. José María Luis Mora. Em 2010 realizou curadorias para o Centro Cultural San Carlos – Academia de San Carlos (ENAP – UNAM).  Atualmente coordena o projeto "Derivado", proposta de interpretação de centros de documentação  com o acervo do Museo de Arte Carrillo Gil (INBA).

Curaduría: Irving Domínguez 

1 -Apunte sobre el amor, el tiempo y las nubes… - Pavka Segura (Ciudad de México, 1971) 
2 - La dosis hace al veneno  - Jason Mena (Puerto Rico, 1974) 
3- Seeing is believing - Ilán Lieberman (Ciudad de México, 1969) 
4 - Parresía - Miguel Rodríguez Sepúlveda (Tamaulipas - México, 1971)
5 - Veletas Linyeras - Ramiro Chaves (Córdoba – Argentina, 1989)
6- 17x21 - Bruno Bresani (Recife, 1973)
7 - UN CAMINO OSCURO III - Marta María Pérez Bravo (Cuba, 1959)
8 - ASÍ SE FORMÓ UN RÍO  - Marta María Pérez Bravo (Cuba, 1959)
9 - Mantras para la Insurrección / Mantras for an Insurrection – Isaac Torres (Ciudad de México, 1982) 
10 – Título: Concepto de desarrollo - Andrés Felipe Castaño (Bogotá - Colombia, 1986)
11 -  Una cancion social - Andrés Felipe Castaño (Bogotá - Colombia, 1986)
 12 - Zono de la serie "Circo sin carpa" - Manuel Barrero Leija (Ciudad de México, 1989) 


TIMELINE: BRASIL
Sinopses
9Vembro – Carlos Magno Rodrigues – 10´- 2015
Trata-se de um filme digital que estabelece com a apropriação iconográfica de imagens contraditórias entre o pensar religioso, a mera reprodução de um discurso vago e imagens desassociadas, fora de contexto, um fazer para além do pensar. "Porque temos que provar as coisas" esta é uma frase que permeia os pensamentos de tantos outros, "provar" em um sentido duplo, de experimentar, justificar, utiliza-se do artifício do discurso como instrumento de dominação diante aos temores da morte e a continuidade da vida. No âmbito da arte, a iconoclastia sempre será uma ação revolucionária desde que se conheça as fontes a serem experimentadas, reafirmadas ou re-contextualizadas, o amor assim como a morte, são faces e atos sem uma necessária compreensão mesmo que sirvam de estandartes e pretextos para dominação ideológica.

Dispositivo cinematográfico – Claudia Cardenas e Schlichting  - 5´38” - 2012
Entre imagens, entre lugares de um discurso amoroso sobre o fazer artístico a partir da matéria que nos concerne: natureza, transparência, opacidade, entrega, captura e sedução das imagens. Beleza. Revelar o Dispositivo Cinematográfico como meio de chegar à beleza das imagens. Na continuidade e descontinuidade das imagens cortadas pelas lâminas se inscreve uma potência corpórea e humana. Fazer cinema, imagem e movimento como um processo pictórico delicado e entregue ao risco.

Oceanne – Gabraz e Anne – 5´27” - 2014
ser e a nada

Papagaios – Francisco Pereira – 2´41”- 2015
Uma realidade ou várias. Uma tarde ou um momento. Uma nostalgia persistente. Sobre um encontro com a sinceridade simples e plena ao olharmos para os lados.

Hiatus – Felipe Barros – 11´00”  - 2011
"Fenda, abertura, solução ou interrupção de continuidade em um corpo. Falta, intervalo, lacuna."
                                                                          
Sentimento Obscuro - Raphael Minhoso, Renato Oliveira e Vagner Santos – 4´38” – 2015
Sentimento obscuro trás o mundo oculto que se constrói a cada sentimento emergido de cada um de nós. Dor, confusão, desilusão são alguns desses sentimentos que  podem ser retratados de diferentes maneiras para cada um. Seus antônimos se diluem em cada sensação se misturando mostrando o quão verossímil são esses sentimentos .

TIMELINE: CINE ÁGUA
O Cine Água, coletivo formado pelos artistas Dirnei Prates e Nelton Pellenz, discute em seus trabalhos os cruzamentos entre cinema e artes plásticas, utilizando a água como o elemento condutor de uma série de ideias a respeito de deslocamento, tempo e memória. Nos trabalhos do coletivo, o cotidiano é reapresentado de uma forma muito particular, incorporando elementos que desaceleram o olhar do espectador,  num convite direto à pausa, à contemplação e à delicadeza em tempos de urgências virtuais. Estão presentes nos filmes, entre outras coisas, as relações com um tempo dilatado, na tentativa de retirar das obras as noções de imediatismo e assimilação rápida, a utilização da câmera parada, com a intenção de apreender o olhar e provocar a imersão dos sentidos do observador e os planos-seqüência, com a intenção de reforçar um aspecto próprio da natureza, como algo contínuo, em constante movimento e transformação. Juntos desde 2006, os artistas já participaram individualmente de diversos salões de arte, mostras de cinema e exposições nacionais e internacionais. Vivem e trabalham e Porto Alegre.

Postal - Nelton Pellenz – 3´11”  - 2015
...terça ou quarta...podendo, te mando antes!

Entrelinhas - Nelton Pellenz – 2´44” – 2008
Entre as linhas, as entrelinhas

Tripulante - Dirnei Prates – 9´10” - 2007
Memórias, citações e alegorias num momento de despedida

Abdução - Nelton Pellenz – 3´57”- 2014
No frenesi desta 'viagem', misturam-se sensações de alegria, medo, apreensão e euforia.

Netuno – 2´59” - 2012  
Omar e sua imperturbável calma netuniana.

Relógio - Dirnei Prates – 3´35” - 2005
Um cronômetro de ações, lapsos e memórias.

Alhures  - Cine Água -1´14” - 2013           
o mar como pano de fundo

Um tanto a leste deste mesmo lugar - Nelton Pellenz - 3'17" – 2011

Por entre as casas de um vilarejo praiano, a visão alcança os movimentos densos e ansiosos do mar, onde uma embarcação põe-se a debater em busca da liberdade.


Ensimesmado - Dirnei Prates – 2´16” - 2012
Sempre a fazer teus castelos de areia.

Sertão - Dirnei Prates – 2´ - 2007
Apropriação de cenas do filme Beijo Ardente, de Henry King - 1926.

Livros - Dirnei Prates – 1´32” – 2007
O amor tátil.   

Timor Mortis Contubart mea - Dirnei Prates – 6´46” - 2005         
"Timor mortis conturbat me". O título deriva de uma frase em latin cujo sentido é "o medo da morte me confunde". O filme se assemelha a um devaneio em um dia na praia, construído com 30 fragmentos captados por diferentes tipos de câmera, incluíndo webcam, celular e máquina digital.

TIMELINE: BRASIL 2

Vigilia - Larissa Monteiro – 3´- 2015
Há uma ponte que liga o estado da vigília e o estado do sono profundo. Nessa ponte, o sonho se confunde com o dia. Nesse mundo, dia se integra com a noite.

Com muito amor - Marco Paulo Rolla – 9´23” - 2011
O amor e o espaço entre dois existe muito mais Evocando os trabalhos de procelana "Oráculo"de 1999. Este filme vem evidenciar a fragilidade entre o indivíduo e os relacionamentos através da transmutação de uma ruptura. O espaço entre dois.

Qual a Melhor Maneira De Se Conectar As Pessoas  - Éder Santos – 3´ - 2014
Um objeto: uma BOLA ou 2 ou 3.... Uma vez 2 Xs 3 ou 4 Xs. O Cão busca e traz de volta a bolinha.... Há sempre uma maneira diferente de se conectar às pessoas.

Cuando tengo comida en mis manos - Paulo Nazareth – 7´12” - 2012
Quando tenho comida em minhas mãos.

O Novo Monumento – Luiz Roque – 5´30” – 2013
16mm transferido para vídeo. Coproduzido por Instituto Itaú Cultural (São Paulo) & JA.CA (Belo Horizonte).

Verde engano - Julia Baunfeld – 4´10” - 2013
Filmado em vídeo VHS por um Policial Militar nos anos 80, o vídeo "verde engano" mostra o ponto de vista do voo de helicóptero de policiais sobre a cidade de Belo Horizonte. O vídeo foi apresentado em uma televisão da mesma década em que foi realizado e exposto na Galeria de arte da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais em agosto de 2013.


9493 - Marcellvs L – 11´17” - 2011
Sobre um encontro com a sinceridade simples e plena ao olharmos para os lados. Separado da intempérie pelas paredes de tecido de uma barraca de acampamento – cujo interior remete à caverna, aos ocos do corpo, ao circo –, um menino joga um game. A música do jogo é hipnótica, tecnológica; o rugido do vento, que ameaça permanentemente o arranjo, intermitente. Partindo de uma situação banal, e sem mover a câmera, o artista revela a forma como se sobrepõem, sem atrito, duas situações de indiferença: da natureza em relação ao homem e do homem em relação à realidade compartilhada e estabelecida.

TIMELINE: MÉXICO

programa "México. Contemplación e inconformidad"
Curaduría: Irving Domínguez 

Nos últimos dois anos, incluí de forma consistente trabalhos com o suporte do vídeo em minhas curadorias. A relevância de tais obras corresponde a duas linhas de pesquisa em meu trabalho, por um lado, a insatisfação do artista na realidade política de nosso país (México), expressa em seus termos e quase sempre com uma âncora de corte histórico ou referido a feitos determinantes que mudaram as nossas condições de vida nas últimas décadas. No outro extremo eu estou interessado em exames formais que acabam mudando as expectativas das representações bidimensionais, figurativo e cheias de lirismo que ocorrem através da fotografia, quando traduzido para o suporte de vídeo. Os últimos cinco anos têm visto a migração de fotógrafos em direção fundamentos interdisciplinares que os levam a usar o desenho, gráficos, instalação e vídeo como ferramentas para completar as suas propostas.  Esta seleção é uma antologia de vídeos feitos por artistas com quem trabalhei de forma consistente ou sabe através de programas educativos, eu incluí artistas mexicanos, bem como os residentes no México, os membros da paisagem multicultural que se tornou a nossa cena de arte contemporânea a partir de 80 anos.

En los últimos dos años he incluido de manera consistente obras en soporte de video en mis curadurías. La pertinencia de tales obras se corresponde con dos líneas de investigación en mi trabajo, por un lado la inconformidad del artista ante la realidad política de nuestro país, expresada en sus términos y casi siempre con un anclaje de corte histórico o referido a hechos determinantes que han modificado nuestras condiciones de vida en las últimas décadas. 

En el otro extremo me interesan las exploraciones de carácter formal que terminan por modificar las expectativas de las representaciones bidimensionales, figurativas y cargadas de lirismo que se producen a través de la fotografía cuando se traducen al soporte del video. El último lustro ha visto la migración de fotógrafos hacia terrenos de la interdisciplina que los llevan a utilizar el dibujo, la gráfica, la instalación o el video como herramientas necesarias para redondear sus propuestas.

La presente selección es una antología de videos realizados por artistas con quienes he trabajado de manera consistente o conozco a través de programas educativos: He incluido artistas mexicanos tanto como residentes en México, integrantes del paisaje multicultural que ha constituido a nuestra escena del arte contemporáneo desde finales de los años 80.  

Artistas participantes: Artistas participantes: 
Pavka Segura (Ciudad de México, 1971) 
Jason Mena (Puerto Rico, 1974) 
Ilán Lieberman (Ciudad de México, 1969) 
Miguel Rodríguez Sepúlveda (Tamaulipas - México, 1971)
Ramiro Chaves (Córdoba – Argentina, 1989)
Bruno Bresani (Recife, 1973)
Marta María Pérez Bravo (Cuba, 1959)
Isaac Torres (Ciudad de México, 1982) 
Andrés Felipe Castaño (Bogotá - Colombia, 1986)
Manuel Barrero Leija (Ciudad de México, 1989) 


INFORMAÇÃO DOS VÍDEOS:

1 -Apunte sobre el amor, el tiempo y las nubes…
Pavka Segura
2010
2 min.
Sinopsis:
Breve acción donde cae agua sobre un comal caliente quedando dos gotas, que al tiempo que se bambolean se evaporan hasta desaparecer. Es una metáfora sobre los individuos, las relaciones amorosas, y el ciclo vida-muerte de los mismos.

2 - Título: La dosis hace al veneno
Autor: Jason Mena
Año: 2013
Duración: 00:05:40
Sinopsis: Un micro texto ubicado en el anverso de un billete de 50 pesos mexicanos se lee con letras de altura decreciente: "Que la esclavitud se proscriba para siempre, y lo mismo en la distinción de castas, quedando todos iguales y solo se distinguirá a un americano entre el vicio y la virtud". Esta cita la cual es un fragmento de los Sentimientos de la Nación se uso como punto de partida para la acción donde un billete de 50 pesos mexicanos (En toxicología, Dosis Letal, 50% o DL50 es la dosis de una sustancia que resulta mortal para la mitad de un conjunto de animales de prueba) es raspado en su totalidad y el residuo es inhalado utilizando el billete de polímero restante.
Hace unos años, el periodista Jacobo Zabludovsky comento en un artículo: "Si la divinidad dispusiera que esta noche terminara el narcotráfico en México, mañana estaríamos muriéndonos de hambre." (El Universal 12/04/2010). Las drogas son sin lugar a duda un tema económico y un problema de mercado. Este negocio significa destrucción para una sociedad, pero lo que resulta ser toda una paradoja y de manera perversa, es que también significa ingresos, ventas y empleos. Este dinero, tras un proceso de lavado, circula y activa la economía, y sus beneficios son inyectados en el desarrollo convirtiéndose en inversión.


3- Seeing is believing
Ilán Lieberman en colaboración con Rafael Ortega
2013
4'17''
Utilizando material de archivo bajado de Internet, el video hace un pararelismo entre la película King Kong (1933) y la presentación del narcotraficante Edgar Valdez Villarreal "La Barbie" después de su captura en 2010 por la Policía Federal, como parte de la "guerra contra el narco" declarada por el presidente Felipe Calderón en 2006.

4 - Título: Parresía
Autor: Miguel Rodríguez Sepúlveda
Año: 2013
Duración: 10:11 minutos
Sinopsis: En la retórica clásica, la parresía era una manera de «hablar con franqueza o de excusarse por hablar así». El término está tomado del griego παρρησία (παν = todo + ρησις / ρημα = locución / discurso) que significa literalmente «decirlo todo» y, por extensión, «hablar libremente», «hablar atrevidamente» o «atrevimiento». Implica no sólo la libertad de expresión sino la obligación de hablar con la verdad para el bien común, incluso frente al peligro individual.

5 –  Veletas Linyeras

El video es de Ramiro Chaves y Rubén Garay
2010
Duración: 6:38 min

6 - Título 17x21
Autor Bruno Bresani
Año 2015
Duración 3min 16seg
Sinopsis:
17 ×21 es la representación de cómo los 21 presidentes que han gobernado este país han desmenuzado, baleado y destrozado los principios plasmados en su Constitución de 1917.

17×21 está acompañado por el registro en video de la acción realizada para balear mediante 21 detonaciones a los fundamentos políticos de los Estados Unidos Mexicanos, lo cual nos remite y emula la acción continua que llevan y llevaron a cabo los presidentes de este país.

El libro se encuentra conservado en una capsula de acrílico logrando con ello congelar el tiempo, así como sus 21 cartuchos detonados.

 7 - TITULO: "UN CAMINO OSCURO III" (2013)

                      "ASÍ SE FORMÓ UN RÍO" (2013).
 Marta María Pérez Bravo (Cuba)

8 - Mantras para la Insurrección / Mantras for an Insurrection, 2012
Isaac Torres
2 ‘ 33’’

Sinopsis
La pieza fue producida durante la residencia artística de Isaac Torres en la KSBW en Stuttgart y recrea una frase de la guerrillera Ulrike Meinhof, emblema de la contracultura y la insurrección alemana de los años setenta. La frase extrapola su sentido y es elevada al nivel de “mantra político” según la interpretación del artista.
La obra es parte de una videoinstalación que intervinó la fachada de la Sala de Arte Público Siqueiros (INBA, Ciudad de México), a través de una doble proyección de video y la presencia de un coche quemado a las afueras del recinto, haciendo alusión directa a la frase que se retoma para el video “Incendiar un auto es una acción condenable, incendiar cien autos es una acción política".

9 – Título: Concepto de desarrollo
Autor Andres Felipe Castaño
Año 2015
Duración 1min59seg
Sinopsis Dos trabajadores recorren las vías del tren hacia el pacifico costarricense, abandonadas desde hace ya más de 15 años, el desuso hizo que la naturaleza consumiera lentamente las estructuras férreas; de repente los machetes de estos dos sujetos empiezan a golpear los rieles de metal siguiendo un ritmo particular, interpretando finalmente el famoso jingle de Chiquita Banana.

Título: Una cancion social
Autor Andres Felipe Castaño
Año 2015
Duración 1min35seg
Sinopsis En una estatua de Simon Bolivar (libertador de Venezuela, Colombia, Ecuador y Bolivia) por medio de una hoz y un martillo se interpreta l’internationale, una canción considerada himno oficial de los trabajadores de todo el mundo (letra original de  Eugène Pottier y musicalización de  Pierre Degeyter)


10 - Título: Zono de la serie "Circo sin carpa"
Autor: Manuel Ernesto Barrero Leija
Año: 2014
Duración: 5:55
Sinopsis : Circo sin carpa es una serie realizada en 2014 que se conforma de 10 fotografías (técnica fotográfica digital) y 3 vídeos (técnica digital grabados en 120 fps) en estos se muestra la ejecución de un performance, así como la adaptación del espacio para realizarlo, en este caso el uso de locaciones alternas a los sitios donde suelen desenvolverse deriva en un cambio de paradigma donde el espectador deja de ver al los artistas callejeros como traga monedas y los observa de una manera mas