sábado, 8 de fevereiro de 2020

TIMELINE: BH FOCUS – VIDEOFORMES 2020




















O Festival TIMELINE:BH ensaia aqui, sem prerrogativas para a dor mutável da libertação do pensamento criativo, na presença ou na ausência de um processo de institucionalização da obra e de seu valor para seus autores e admiradores da imaterialidade entrelaçada pelos arriscados fios conectivos, cognitivos e um esquizo-alívio, entre a afirmação e insistência da autoria e a sombra do anacronismo.

Ao visionário cabe indicar o sonho de um possível retorno, tão difícil para o autor brasileiro que entre o acerto e o equívoco dialoga com o mundo. Esta é a missão principal do TIMELINE:BH, festival originado da cooperação com diversos outros festivais, ao tentar fortalecer imagens e pensamentos fundantes do contemporâneo imaginário eletrônico e cinematográfico do cenário neobarroco mineiro (aquele que é próprio de Minas Gerais, estado federativo brasileiro).

O TIMELINE:BH surgiu de uma provinciana discussão de comentários anedóticos sobre sermos barrocos, narrativos e propagadores de “videoarte”, uma espécie de polo cultural, muitas vezes citados em meios curatoriais. Muitos replicam que “somos apenas solidários no câncer”. Se pensarmos assim, o Brasil está em um estado de metástase neofascista. O momento presente necessita da prescrição de antídotos para a defesa do que é humanitário. O artista pensador é a vanguarda no esforço poético para a provocação de boas mudanças.

“porque gastamos nossas asas e findamos por enferrujar
de casa a gente sai, mas não volta
sonhei que eu voltava pra casa
de costas
mais morto do que vivo
ainda mais torto e sem juízo
de costas
mas voltava pra minha casa”
(Sérgio Rubens Sossélla - publicado em panfleto, 1989, Brasil)

Os autores Gregório Camilo e Fernanda Magalhães Ferrari (2019), iluminados pela poesia do saudoso e pouco conhecido poeta brasileiro Sérgio Rubens Sossélla (1942-2003), definem muito bem as inquietudes dos pensamentos referentes à linguagem e ao processo de criação das obras inomináveis das artes eletrônicas imagéticas.

Aqui se aproveita a representação fulgurante de múltiplos mundos e realidades compartilháveis. Também se inicia a revisitação de uma América Latina imaginária, com “Bicho”, do autor Filipe Bittencourt (2016) e sua atmosfera esquizoide, que institui um clima sombrio no interior de nós mesmos, de algo que nos habita e nos limita, mesmo que haja resistência dos espasmos no corpo, o corpo que habita uma arqueologia, casa, corpo, origem.

Em “Metamorfose”, de Arlen Costa de Paula (2019), volvemos a nuances pictóricos de glits guardadas por uma sonoridade linear aristotélica, e assim o autor reconstrói o caos.
Somos a somatória dos arqueos – arquétipos - do grego ἀρχή - arché: "ponta", "posição superior", "princípio", e τύπος - tipós: "impressão", "marca", "tipo" – audíveis e indizíveis. Em  Música Infernal – 3 cena, de Cecilia Cavalieri (2019): reflexos fragmentados da duradoura realidade reacionária que assola o Brasil tanto quanto outros estados nacionais, imagens são transpostas em decodificações midi, uma a uma transcrição agoniada pelo advento de ser e estar no Brasil presente.
Estamos às voltas com a defesa dos pilares do Iluminismo. Como ser liberal ou comuna em um estado que se despeja aos abismos das humanidades mais mesquinhas?

Mas é preciso aliviar. Limitados ao litoral, precisamos buscar o alívio ultramarino, quer seja a África, quer seja o oriente, quer seja a tão amarrada e denunciada nossa herança eurocêntrica. Enfim, no idílio de tantas obras políticas como a de Naiana Magalhães, em “Risca Delirante” (2018), buscamos harmonia e calmaria numa ensolarada tormenta.

Buscar paz e conforto em meio às crueldades barrocas latinas talvez tenha levado a décadas de árduo convívio e autoaprendizado. Nosso ilustre convidado, o argentino Claudio Caldini, clareia nossas realidades com minimalismos de uma sofisticada alusão pictórica abstrata geométrica em “4:4 C” (2017). Muitas vezes, Caldini acena ou indica uma purificação estética que alivia o sofrimento, e nos convida para uma calmaria contemplativa.

Barroco, demasiado barroco, é também o Brasil que conhecemos, em “Feito Não Fantasia Careta”, de José Paulon (2018). O autor expõe em seu espaço privado, que para muitos pode parecer precário, mas com sua obra reafirma-se “vivo!”, a realidade predominante no holocausto social brasileiro. Somos o que soamos ser. Mesmo que uma elite econômica se rejubile alheiamente, fingimos e somos, depois já não somos mais que registros e imaterialidades imagéticas.

Marie Carangi em “Teta Lírica” (2016), estabelece paralelos de síntese, irreverência, autoafirmação e militância feminina, executando uma música abstrata com a movimentação de seus seios na realidade arquitetônica oficial do cruel estado brasileiro cimentado às curvas da Nova Bauhaus, tão revisitada por essa arquitetura: emblemáticos estudos espaciais e acústicos da arte oficial do estado de ferro, cimento e horror brasileiro. A vida passa pelas ondas sonoras e eletromagnéticas de Marie, a provocadora de um Brasil que jazz muito cimentado. Marie não se reduz nem se petrifica.
O feminismo fez escola na arte e na performance. Vozes antes inaudíveis hoje são escutadas, não mais silenciadas, e isso ainda pode ser incômodo aos olhares áridos. Mas é um fenômeno desde muito tempo latente. “Mergulho”, de Dayane Tropicaos (2014) trata-se de um ótimo exemplo da profusão criativa feminina na contemporaneidade, mesmo que muitas pessoas mulheres sigam sendo asfixiadas. A artista segue coerentemente em suas minuciosidades estéticas que existem entre ser e estar impulsionado pela dinâmica da transformação cultural.

Enigmática e singular representação do feminino ganha vida iconoclasta no autorretrato “Renascentista”, de Flávia Coelho (2018), onde sua autoimagem duplicada e replicada em um segundo quadro filmado em tubo de tv e seus raios catódigos, em silêncio reverbera o lirismo presente em Cecilia Cavalieri, Naiana Magalhães, Marie Carangi e Dayane Tropicaos. Essa representação ganha também vozes “apropriadas” em “Period”, de Samy Sfoggia (2019), que ressignifica dizeres íntimos da feminilidade com colagens digitais figurativas em um espaço privado. E ainda “Huevita” (nome carinhosamente feminizado com o diminutivo de da palavra “ovo” em espanhol), de Carol Botura (2016), nos apresenta uma realidade de espaço privado onde uma menininha em um mercado de ovos se esconde e nos convida a um conforto possível, o conforto que encontramos quando reconhecemos nossas origens e nos protegemos em nossos abrigos, mesmo que frágeis.

“a mãe morta (eu sei)
cuidará de mim perguntando
se parece comigo aquele que veio
pra embalar minha ausência no colo gasto
pra beijar saudades com seus lábios mortos
ninguém volta (o mesmo) pra casa
mas agora nem comigo mais eu me esbarro”

(Sérgio Rubens Sossélla - publicado em panfleto, 1989, Brasil)
“Ninguém volta pra casa”, de Gregório Camilo e Fernanda Magalhães Ferrari (2019), exibe um tipo de apreciação visual e emocional que muitos carregam em seu íntimo. A apreciação da geografia de dentro de uma casa fortalece em quem a vê a impressão de que, mesmo estando em casa, nunca voltamos. Ou que, habitando nossa origem, vemos a vida seguir como um ponteiro de relógio: cabras passam pelos arredores semelhantes a toda terra verdejante, em uma vida que se renova em incontáveis seres, mas a câmera ou os olhos que veem não são vistos, tudo se passa no exterior de uma escura habitação, seguem os utopos que iluminam salas e galerias, dispositivos móveis, lugares que transformam espaços em outros lugares, uma paisagem óbvia, uma experiência emocional compartilhável. E assim seguimos derramados em reflexos de olhares em escuros abissais, negando a ausência e superando a morte.

Somos formados de tantas matrizes que ao vermos quem somos nos perdemos na terra e tentamos alcançar as infinitudes. Isso está presente em “Iroko de Bom Jesus”, de Paulo Nazareth (2017), o homem que foi a pé do Brasil aos Estados Unidos e, em seu caminho, se vendeu parodiando aqueles que são comprados pelas nossas matrizes culturais mais ricas e/ou colonialistas no estrangeiro. Nazareth busca a simplicidade, um orixá, um lugar seguro em uma árvore que sustém uma casa, abrigo e origem.

Na arte eletrônica, não raro obra e vida se misturam num processo de acerto e erro; a simbiose entre suporte, obra e autor perpassa o caos. “Analogia Orgânica” de Rafael Fernne (2020), revisita Piet Mondrian e Kazimir Malevich, com glits imagéticos e sonoros, numa cadência de controle e descontrole do caos eletrônico. Nada contemplativo, também revisita seus próprios horrores, simpatias, antipatias e apatias como quem cria, contempla ou insiste.

Casa, origem e impermanências figuram nos cotidianos de qualquer povo, etnia ou nacionalidade. O primordial é materno. A placenta atenua os agudos e nós ficamos ritmados ao bater dos corações mais próximos de nossos ouvidos no tempo uterino de nossa vivência: nossos corações e o coração materno. Saímos do conforto para um abrupto viver. Crescemos e seguimos em equivocadas humanidades. Escutamos dizeres de atos e fatos “desumanos”, demasiadamente humanos. “Matriarcal”, de Nicolly Rejaira (2019), autobiografia do núcleo familiar da própria autora, segue em uma relação de espaço, tempo e memória, negando as leis da física com afetos, relações interpessoais familiares e vivências cotidianas de uma típica casa de latino-americanos: tempestuosos rumores televisivos, políticos e religiosos; singularidades étnicas de um espaço privado. Assim seguimos hoje atordoados, antes que, definitiva noite, a morte nos consuma.

Aqui no TIMELINE:BH costumamos dizer: não é porque é experimental, performance ou videoarte que precisa ser feio ou cansativo, mas que seja transformador. E assim estamos caminhando para nossa sexta edição como festival estabelecido. A beleza está na transformação do indivíduo que assiste ou que exibe. Entre o insight e o fazer, rebuscamos obcecados por formas e procedimentos técnicos.

Existe luminescência em imagens e pensamentos de autores em todo lugar, seja qual for a realidade aparente transcriada em patrimônio cultural imaterial. Sempre haverá morte mesmo que o futuro seja o teletransporte.

Curador I TIMELINE: BH FOCUS – VIDEOFORMES 2020
Carlosmagno Rodrigues

01 - BICHO (CRITTER) - Felipe Bittencourt - 2min. - 2016 - Brasil









02 - MÚSICA INFERNAL – 3 CENAS - Cecilia Cavalieri - 1min. - 2019 - Brasil









03 - METAMORFOSE - Arlen Costa de Paula Brasil - 6min - 2019 - Brasil









04 - RISCA DELIRANTE - Naiana Magalhaes, 2018 - 2MIN.37 - Brasil









05 - 4:3 C - Claudio Caldini - 2017 - 2MIN.52 – Argentina









06 - FEITO NÃO FANTASIA CARETA -José Paulon - 39SEG. - 2018 - Brasil









07 - TETA LÍRICA - Marie Carangi - 4MIN51 - Brasil









08 - MERGULHO - Dayane Gomes - 1MIN9 - Brasil









09 - RENASCENTISTA - Flávia Coelho - 2018 - 2MIN. - Brasil









10 - PERIOD - Samy Sfoggia - 2019 - 1MIN15 - Brasil









11 - HUEVITA - Carolina Botura - 2016 - 1MIN30









12 - NINGUÉM VOLTA PRA CASA, DE SÉRGIO RUBENS SOSSÉLLA - Gregório Camilo and Fernanda Magalhães Ferrari -2019 - 2MIN.20 - Brasil







13 - IROKO DE BOM JESUS - Paulo Nazareth - 2017- 4MIN.17 - Brasil









14 - ANALOGIA ORGÂNICA   - RAFAEL FERNNE - 1MIN.30 - BRASIL









15 - MATRIARCAL - Nicolly Rejayra - 9MIN. - 2019 – Brasil









Festival 2020 : 12 > 15 mars | Expositions : 12 > 29 mars
Evénement Facebook VIDEOFORMES 2020 : urlz.fr/bzQD


VIDEOFORMES | Digital Arts
www.videoformes.com
www.facebook.com/videoformes

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

TIMELINE:BH 5 - Trabalhos selecionados / Selected Works


TIMELINE:BH anuncia os videos que integram  a seleção de sua quinta edição.  A mostra se dará nos dias 25, 26 e 27 de outubro na sala de Cinema do Sesc Palladium em Belo Horizontel.  Este ano serão exibidos  9 programas  com 86 filmes. Todos os detalhes da programação serão divulgados em breve. 

TIMELINE:BH announces the videos works that integrate the selection of its fifth edition.  The festival will take place on October 25th, 26th and 27th at the Sesc Palladium  in Belo Horizonte, Brazil.  This year there will be 9 programmes with 86 videos. All the details of the program will be released soon. 


PROGRAMA#1
Curadoria: Carlosmagno Rodrigues, Joacélio Batista e Sávio Leite - 60’

001 - METAMORFOSE 115 / Arlen Costa de Paula / Brasil / 06'05"
002 - DE.CADENCIA / Marisol Bellusci and Luis Saray / Argentina 02’10”
003 - SHEDDING / Alessandro Amaducci / Itália / 06'48''
004 - CALENDARIO DE LLUVIAS / Claudio Caldini / Argentina / 10'25''
005 - PERIOD / Samy Sfoggia / Brasil / 01’15”
006 -MÚSICA INFERNAL - 3 CENAS / Cecilia Cavalieri / Brasil 00’54"
007 - ACESSO A BLUE LINE / Daniel Torres Brasil / 01'02"
008 - CONTINENTE / Diana Sandes and Gabi Carrera / Brasil / 03’11”
009 - L'ARMOIRE / Aurore Scotet / França / 05’57”
010 - THE REUNION / Suneil Sanzgiri / USA / 06’18”
011 - CRISTA / Claudia Robles / Chile / 02’34”
012 - GAFE / Edlyn Castellanos / México / 05'35”
013 - MELHOR ASSIM, DE SÉRGIO RUBENS SOSSÉLLA / Gregório Camilo and Fernanda Magalhães Ferrari / Brasil 00'34"
014 - NINGUÉM VOLTA PRA CASA, DE SÉRGIO RUBENS SOSSÉLLA / Gregório Camilo and Fernanda Magalhães Ferrari / Brasil / 02'20"
015 - GCMVTM / Gregório Camilo / Brasil / 02'35"
016 - ILHAS PRIBILOF / André Lage / Brasil / 03:29
017 - TRAVEL NOTEBOOKS: MARSEILLE, FRANCE / Silvia De Gennaro / Itália / 02’22


PROGRAMA#2
Curadoria: Carlosmagno Rodrigues, Joacélio Batista e Sávio Leite- 60’

018 - A CASA / Camila Leichter / Brasil / 13’14"
019 - CONFLUENCE I / Davide De Lillis, Julia Metzger-Traber, Jonah King / Itália / 8’45”
020 - SLIP AWAY / Mikey Peterson / USA / 02’34”
021 - BA#3 / Hsieh Jhouyu / Taiwan / 03’47”
022 - LE MURMURE DES CHOSES / Michel Pavlou / Grécia / 5’00”
023 - ANDREI / Natasha Cantwell / Nova Zelândia / 01’20”
024 - CATALYST / Kent Tate / Canada / 03’30”
025 - ESTRANHO ANIMAL / Arthur B. Senra / Brasil / 05'03"
026 - TCHA / Julia Baumfeld / Brasil / 03’10”
027 - PINK PARTY / Sandrine Deumier França / 06’53”
028 - HAPPILY EVER AFTER / Alva Morgenstern / Áustria / 07”15



PROGRAMA#3
Curadoria: Carlosmagno Rodrigues, Joacélio Batista e Sávio Leite- 60’

029 - GARE PARIS-SAINT-LAZARE, 10 AVRIL 2017, 12H03-12H07 / Pablo-Martín Córdoba / Arg. - Itália / 04’26”
030 - L.O.V.E.S.O.N.G / Tetsuya Maruyama / Japão / 2’49”
031 - TETA LI´RICA / Marie Carangi / Brasil / 5’51”
032- GENEALOGIA / Rogê / Brasil / 10’17”
033 - A BORBOLETA E O COELHO / Jamilo Brasil / 55”
034 - SUFI SUPERFÍCIE / Marina Mayumii / Brasil / 2'17''
035 - GIMNY MOSKOVII / Dimitri Venkov / Rússia 14’24”
036 - A LUTA / Fábio Carvalho / Brasil / 29’00”



PROGRAMA#4
Curadoria: Carlosmagno Rodrigues, Joacélio Batista e Sávio Leite - 60’

037 - DEATH DAY / Igor Vaganov / Rússia / 07'18"
038 - FEITO NÃO FANTASIA CARETA / José Paulon / Brasil / 00’39”
039 - BICHO /  Felipe Bittencourt / Brasil / 2’
040- ÁGUA PRETA / Francisco Pereira & Juliana Gontijo / Brasil / 11’50”
041 - PASSA 1 / Camila Lacerda Lopes Brasil / 03’55”
042 - ÍNDIA NÃO TEM NOME / Marco Antônio Gonçalves Júnior Brasil / 15’16”
043 - MATRIARCAL / Nicolly Rejayra / Brasil / 08’17
044 - KILLING WORDS / Umair Anwar / Paquistão / 02’00”
045 - MADE IN / Flávia Coelho / Brasil / 5’30“



PROGRAMA#5 
SOMOS MUITAS – 57’
Curadoria Ana Moravi

046 - DEBEN SABER / Marisol Bellusci / Argentina / 01’20”
047 - TODAS AS CASAS MENOS A MINHA /Julia Baumfeld / Brasil / 19’ 55”
048 - MINHA MEMÓRIA É O MEU DELÍRIO / Carolina Santana / Brasil / 05’43”
049 - TROUBLE / Camille Pueyo / França / 02’43”
050 - FAZ SILÊNCIO AQUI / Bianca Rezende Rongel / Brasil /00:25”
051 - LE COFFRE Á JOUETS DE JACQUES FOLOPPE / Virginie Foloppe / França / 04’ 03”
052 - TREINAMENTO PARA SEGUIR EM FRENTE / Patrícia Teles / Brasil / 01’17”
053 - A ESCALA É GRANDE E POR ISSO FICAMOS POR AQUI / Nicole Kouts / Brasil / 01’
054 - 0=0 / Hind Saâd / França / 01’ 50” 
055 - BELLEZA.ZIP / Florencia Vallejos / Argentina /09’20”
056 - LIMITES / Romina Forno / Chile / 03’19”
057 - TREINAMENTO PARA SEHUIR EM LINHA RETA / Patrícia Teles / Brasil / 00:49”
058 - OLYMPE SAID TO ME: I DIDN’T LOOSE MY HEAD / Virginie Foloppe / França / 04’40”



PROGRAMA #6
059 - RISCO CINEMA #1 - STz - 2019, H264 - 65’
Concepção: Lucas Murari / Luiz Garcia



PROGRAMA#7
DUO STRANGLOSCOPE – 50’
Cláudia Cárdenas & Rafael Schilchting

060 - LEOPARD MAN STUDY / Sérvia / Brasil / 7’34” 
061 - HONRA AO MÉRITO / Brasil / 9’45” / 2017
062 - DERIVA / Brasil / 3’11” / 2017
063 - SOLO UM POCO AQUI / México / 5’33” / 2018
064 - MOVIMENTO / Brasil / 3’22” /2018
065 -VAZIOS HABITADOS / Brasil / 21’ 04” / 2018  


PROGRAMA#8
CAIRO VIDEO FESTVAL - 94´

066 - THE CURRENT CUBE / Hend Moaz / Egito / 6'02''/2017 
067 - THE CALLER AKA – EL NADAHA / Muhammed Taymour / Egito / 8'48' / 2017 
068 - FLOWMSTER / Neviene Emam / Egito / 4'06''/ 2017 
069 - THE IMAGE OF MAN / Soheir Sharara / Egito / 4'29' / 2017 
070 - CROSSOVER / Ahmed El Shaer / Egito / 7'10'' / 2017 
071 - THE AESTHETICS OF BEING / Samuel Nashaat / Egito / 6'09'' / 2017 
072 - DEEPLY ANSURD LUCIDITY /Sammy Sayed / Egito / 7'20'' / 2017 
073 - IT SEEMS THAT I NEED A CHOREOGRAPHER / Eman Zahran / Egito / 5'43'' / 2017 
074 - LOST IN TRANSITION / Rasha Amin / Egito / 2’38” / 2015 
075 - COUPLETS FOR NA EVERLASTING EVE /Ageda Kopla Taldea / Espanha / 5’20” /2016 
076 - DISGRACEFUL BLUE / Young Joo Lee / Coreia do Sul / 10’32” / 2016
077 - ALL TRU-ISH / Mina Mir / USA / 2’37” / 2015 
078 - THE EYE OF THE STORM /Masanobu Hiraoka / Japão / 5’03” / 2015 
079 - FISH TANK /Haoge Liu /China / 5’59” / 2016 
080 - THE PATH / Bhopal / França / 6’34'' /2016 
081 - EGG LEGS / Marwan El Gamal / Egypt / 7’40” / 2015


PROGRAMA#9
PESSOAS REAIS
Curadoria Sara não tem nome - 48’

082 - PESSOAS REAIS DISPONÍVEIS PARA CONVERSAR / Fernando Persiano / Brasil / 28’ 
084 - MENINA ( part.Letrux) /  Marcelo Perdido / Brasil / 3’ 48” 
085 - FALTA (feat felipes) / Marcelo Perdido / Brasil / 5’ 30”  
086 - BRASA / Marcelo Perdido / Brasil / 3’ 48”
087 - LENHADOR/ Marcelo Perdido / Brasil / 3’ 34”
088 - TESOURA SEM PONTA / Marcelo Perdido / Brasil / 4’ 02”

terça-feira, 16 de abril de 2019

TIMELINE #5: CONVOCATÓRIA / OPEN CALL

CONVOCATÓRIA
O Festival Internacional de Arte Eletrônica Timeline:BH, convida artistas/autores de todo o mundo para participarem do Timeline: BH 2019, a sua quinta edição. As inscrições estão abertas para filmes eletrônicos experimentais, documentais, videoperformances e de qualquer formato para projeção em single channel. De acordo com a diversidade e similaridades estéticas do que vier a ser inscrito pelos interessados e selecionado por parte da curadoria do evento, serão criados programas de exibição de 60 minutos. Cada autor pode inscrever diversos trabalhos, desde que os mesmos não tenham não sido exibidos em edições anteriores.


Não há proibição alguma quanto à data limite de autoria, desde que o trabalho esteja finalizado até o momento da inscrição.



https://forms.gle/TjpYAkzsnpda7ct99



Prazo máximo para inscrição: 31 de maio, 2019


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OPEN CALL


The International Electronic Art Festival Timeline: BH invites artists/authors from all over the world to participate in the Timeline: BH 2019, the fifth edition. The inscriptions are open for experimental electronic films, documentaries, videoperformance and any format for single channel projection. In accordance with the diversity and aesthetic similarities of what will be inscribed by the interested parties and selected by the curators of the event, 60 minute programs will be created . Each author can enter several works, as long as they have not been displayed in previous editions.



There’s no prohibition on the deadline for authorship, as long as the work is completed until the moment of registration.



https://forms.gle/TjpYAkzsnpda7ct99



Deadline for submission: May 31, 2019

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

TIMELINE #4







TIMELINE#4:BH 2018


24 a 26 DE AGOSTO



PROGRAMAÇÃO TIMELINE:BH 2018
Horarios

24/08 – SEXTA
25/08 - SÁBADO
26/08 - DOMINGO
13  às 16:30

Workshop
PHOTOFILME
Katja Pratschke e Gusztáv Hámos
Workshop
PHOTOFILME
Katja  Pratschke e Gusztáv Hámos
Workshop
PHOTOFILME
Katja Pratschke e Gusztáv Hámos


17h

Programa 01
StrangloScope
Programa 04
PHOTOFILME 02

Programa 07
PHOTOFILME 03
19h

Program 02
TIMELINE:VÍDEOS
Anacronismo Analogico
Programa 05
TIMELINE: VÍDEOS
Seleção de curtas 1
Programa 08
TIMELINE: VÍDEOS
Seleção de curtas 2
20h



21h






Programa 03
PHOTOFILME 03


Harun Farocki Imagens da prisão


Programa 06
Mostra Victor Galvão

Programa 09
LEC



TIMELINE:BH #4 -2018


Festival de vídeoarte e cinema experimental que terá sua quarta edição em Belo Horizonte. Pretendemos com o mesmo promover as produções audiovisuais de artistas que ultrapassem as fronteiras formais do fazer tradicional buscando um cinema que assuma um risco estético, onde se explorem novas formas para o cinema assim como as convergências que surgem nos diálogos com outros meios artísticos.

Em sua quarta edição, TIMELINE:BH trará quatro mostras com curtas metragens apresentando a produção contemporânea mineira, brasileira e internacional.  Em parceria com o Goethe Institut  trazemos para BH  o duo Alemão/Húngaro  Katja Pratschke  e Gusztáv Hámos  para mostrar seus trabalhos pessoais e parte da curadoria PHOTOFILME que ambos produziram para TATE Gallery de Londres. O Duo também realizará a oficina PHOTOFILM: CRISTAIS DE TEMPO E IMAGENS ESTRATÉGICAS. 

Completa o elenco de mostras convidadas uma curadoria do LEC (Laboratório de Experimentação em Cinema - México) e da Mostra StrangleScope de Florianópolis. 

A TIMELINE:BH é uma mostra que se preocupa em aproximar imagens e pensamentos e contamos com uma liberdade curatorial e pesquisa de trabalhos do vídeo e do cinema expandido, talentos proeminentes de diversos mundos e modos. Na presente edição tentamos linear narrativas e plasticidades eletrônicas, imaterialidades culturais que se reinventam, submetidas a agrupamentos, ora em sequências de um mesmo autor, ora em potencialidades de uma única obra.
O programa apresentado está sujeito a mudanças da curadora.


LEC – Laboratório Experimental de Cine - MÉXICO (Elena Pardo & Morris Trujilo)*

Somos um organismo dedicado a produção, difusão e estudo do cinema experimental e a arte dos media art, assim como sua internação com os outros organismos dentro e fora do México. Promovemos o cinema vinculado a outras linguagens artísticas, aquele cine que amplia ou desloque os limites da linguagem audiviusal convencional. O Laboratório Experimental de Cine baseia nos conteúdos vigentes nas formas tradicionais do cinema atual. Através da experimentação Audiovisual nos perguntamos qual é o sentido do cinema como arte. Aplicando uma distribuição e difusão por vias paralelas ou cooperativas, promovemos o cinema com cargas mais estéticas, poéticas, políticas, tecnológicas, filosóficas ou contra culturais. Por vezes realizadas com esquemas de auto produção e sem verbas mínimas.
Texto retirado da página do facebook do LEC
http://laboratorioexperimentaldecine.com/

350 MYA – Terra Long, 5’, Canadá / Marrocos, 2016
Tempo Ar – Bruno Varela, 29’, México, 2014
Sonho de Arizona – Lourdes Villagómez, 8’, México, 2010
Paradox of Praxis 5 – Francis Alÿs, México, 2015, 8’
Almanaque Lunar – Malena Szlam, 4’, Canadá / Chile, 2013
Matamoros – Edgardo Aragón, 22’, México, 2009
Olhar plano – Andrés Jurado, 7’, Colômbia, 2017
Desaparecer – Elena Pardo, Manuel Trujillo, 4’, México, 2017

*Elena Pardo e Manuel Trujillo (Morris) são criadores do LEC Laboratório Experimental de Cine – México




Photofilm (Fotofilme)
Série de filmes e oficina

O Fotofilme desconstrói o cinema em quadros, linguagem, som, música e trata seus elementos como componentes independentes. Usando esses “blocos de construção”, o fotofilme é conscientemente montado de forma lúdica para se tornar uma realidade projetada. O fotofilme "La Jetée" (França, 1962), de Chris Marker, foi o primeiro a demonstrar vividamente que o que é típico no filme não precisa ser a exaustão da apresentação de movimento, mas pode ser desenvolvido na estruturação e processamento do tempo. O “manuseio” de imagens móveis e sem movimento foi fundamentalmente remodelado na última década por dispositivos digitais.

O programa consiste em um workshop com Gusztáv Hámos e Katja Pratschke, acompanhado por três blocos de curtas-metragens, com curadoria de ambos os artistas.

Programação:


Espaço potencial

O fotofilme nos abre interespaços. os interespaços estão- como Raymond Bellour disse - "entre as imagens" e causam uma natureza consecutiva do filme em primeiro lugar.
Entre as imagens imóveis nos filmes, há espaços em branco. No entanto, estes são “espaços potenciais” que são carregados pela imaginação. Os interespaços nos fotofilmes são tão importantes quanto as imagens estáticas. Os filmes reunidos neste bloco são experimentos em percepção, que desconstroem o filme em seus componentes usando meios cinematográficos para construir, criar espaço potencial, espaço social, político e pessoal.


A Place I Have Never Been (Swiss 2014, 5’) – Adrain Flury









CINZA (Ashes, 2014, Portugal, 10 ') - Micael Espinha









Cities (Potential Space) (2014, Alemanha 30 ') - Gusztáv Hámos, Katja Pratschke










"Wk= mMv2/2  (Áustria 1997/2006, 4 ') - Siegfried A. Fruhauf 49 min













O sensual e a reflexão

Se uma imagem em um filme parar, a ilusão é quebrada no mesmo instante. Ou, para ser mais preciso: a ilusão do movimento é quebrada naquele momento e a irritação surge. Para esclarecer esta situação incomum, nossa mente se torna ativa. O fotofilme exige espectadores ativos e pensantes. Christa Blümlinger escreveu que Agnés Varda reúne dois elementos em sua fotografia e ensaios fílmicos: o sensual e a reflexão. Os autores de fotofilmes refletem, discutem, envolvem o espectador no processo de leitura. Os filmes deste programa são laboratórios experimentais, estudos de campo, pesquisa experienciável, processos visualizados.

Point in Time (Japão 2013, 6 ') - Shizuko Tabata










KOSMIKA KATTER (ALEMANHA 2016, 
7 ') - Laura Camila Sabigal Espinel










Execution. A Study of Mary (Germany 1979, 28’) Elfi Mikesch

FRATZENGULASCH (ALEMANHA 2011, 6 ') - Timo Schierhorn / Katharina Duve









ARBOR (EUA 2012, 7 ') - Janie Geiser
54 min












Imagem Estratigráfica

Os filmes deste programa exploram as características e peculiaridades individuais das dimensões do tempo e do espaço. No cinema, a temporalidade geográfica está unida ao geológico. A imagem estratigráfica é colocada camada por camada, uma na outra, como em uma pintura. Este processo pode tornar-se visível cinematicamente de maneira semelhante na imagem cinematográfica. Ao serem colocadas umas sobre as outras camada por camada, a ilusão de movimento é criada. O eixo do tempo geológico é ortogonal, estende-se verticalmente até a profundidade e não é legível horizontalmente, como na escrita.

A Bink (Japão 2002, 8 ') - Maki Satake













ORANDA-JIN NO SASHIN (Dutchmann’s Photographers, Japão, 1974, 7 ') - Isao Kota











RAUMZEITHUND (Áustria 2010, 6 ') - Nikolaus Eckhard








EQUESTRIAN (Nederland 2003, 4 ') - Michiel van Bakel




SEIL (Rope, Alemanha 2016, 27 ') - Katja Pratschke, Gusztáv Hámos
52 min








Oficina com Gusztáv Hámos e Katja Pratschke

A foto na tela do cinema invoca o futuro contido do passado da foto, ao mesmo tempo em que também invoca o futuro do presente do cinema, através de: sons, música, linguagem e imagens em movimento ou não. No universo do fotofilme, prevalece um excepcional arranjo anti-hierárquico da mídia individual que muitas vezes não deixa claro o que é causado por qual motivo. Durante os três dias de duração da oficina, os participantes serão apresentados ao fotofilme e criarão seus próprios filmes. Por fotofilmes entendemos: filmes que consistem essencialmente em fotografias. Fotografias colocadas em um contexto cinematográfico criam uma experiência cinematográfica. Nos fotofilmes, o meio do filme é dissecado em seus componentes. Os autores de fotofilmes experimentam a relação entre texto, som e imagem, refletindo sobre a composição da cinematografia. Eles nos fazem “pensar” cinema.

Sobre Gusztáv Hámos e Katja Pratschke

Desde 1999, Gusztáv Hámos & Katja Pratschke têm trabalhado com imagens estáticas em um contexto cinematográfico em espaços de exibição cinematográfica. Eles exploram a relação entre a imagem estática e o movimento, a diferença entre a imagem sem movimento na fotografia e a imagem em movimento no cinema. Com suas instalações e filmes artísticos, eles investigam como a cognição humana é alterada pela cinematografia e quais as conseqüências que a gravação das fases da imagem tem em nossa percepção de tempo, espaço e movimento.

Sobre a série Photofilm (Fotofilme)
Desde 2006, Gusztáv Hámos e Katja Pratschke, juntamente com Thomas Tode, fazem curadoria e organizam as estações de fotofilmes, acompanhados por conferências, palestras e workshops em locais como: Kino Arsenal Berlin (2006), Filmfest Dresden (2006/2011/2016), Tate Modern London (2010), Triennale of Photography Hamburg, Month of Photography Tallinn (2011), Yerba Buena Center of the Arts San Francisco, SF MOMA, National Gallery of Arts Washington (2012), University of the Art Berlin (2015), The University of Art and Design Linz, Filmarchiv Austria, Open Society Archiv Budapest,  Strangloscope Florianopolis (2017). Eles publicaram o livroViva Fotofim bewegt/unbewegt (Viva Photofilm! Movimento / Sem Movimento).
http://www.hamos.info/publikationen.php




MOSTRA STRANGLOSCOPE – FLORIANÓPOLIS / SC
O MAPA, A CASA, O CORPO – 50´



A experiência plástica é uma poética aberta que faz parte da natureza mesma do vídeo e suas ricas pluralidades de sentido. O vídeo brasileiro hoje está representado por diferentes aproximações que vão do cinema ao circuito das artes plásticas e este quadro vem se redesenhando desde os anos 60 culminando nas práticas contemporâneas que hibridizam linguagens e suportes além de trazer distintas aproximações de outras manifestações artísticas como a dança, a escultura, a performance.
Os trabalhos em vídeo por nós selecionados aqui confrontam experiências que vão do abstrato ao corpóreo refletindo sobre as dinâmicas de embate e assimilação cultural às quais estamos submetidos nesta imersão que é a vida mediada pelas redes de proliferação de imagens e sons próprias do suporte vídeo e sua materialidade particular.
https://www.strangloscope.com/mostra




Formas - Luiz Roque











Lavação - Leto William - performer: Beatriz 



Garoto transcodificado - Rodrigo Faustini











XI La Force - Mariana Bley, João Bueno, Gabriela Monnerat, Rodrigo Amim, Onze   
Absenteísmo - Rafael Campagnaro



"............................................................." -duo strangloscopee


Apanhador para grandezas impalpáveis -Daniela Paoliello   
Vaginas ao Sol -Faetusa Tezelli e Elenize Dezgeniski


Sem titulo -Viviane Vallades
Mapas - Oscar Guarin Martinez

















HARUN FAROCKI




Imagens da Prisão (Gefängnisbilder) - 60’ – 2000
Uma grande colagem que se nutre o cinema, a propaganda oficial de diferentes países e registros de segurança de varias prisões. O Filme elabora uma reflexão que questiona os sistemas de controle e castigo através do exercício de poder sobre os presos e os olhos que os vigiam.





Anacronismo Analógico
Curadoria: Joacélio Batista e Sara Não tem Nome


Seja pela nostalgia dos suportes digitais ou pela pesquisa dos dejetos industriais, a arte estabelece um território para a utilidade das formas, sentimentos aglutinados, pulsões criativas e destrutivas no espaço fílmico. Componentes eletrônicos em abandono dada a superação tecnológica, podem perder sua função, mas como meios e suportes em mãos de pessoas insistentes e criativas alcançam a reinvenção. Esta reinvenção cercada de ideias e subjetivismos estéticos torna-se o presente e o passado consumido deixa de ser arcaico para se estabelecer no território da novidade artística contemporânea. 


Carbono 14 - Randolpho Lamonier - 2’10’’










Era - Julia Baumfeld - 7’24’’














Pele e Penumbra - Rafael Fernne - 3’31’’


Kids From Outer Space - Fabrin       - 3’25’’

Filme Caseiro - Dirnei Prates - 23’35’’










Babarabarbarie - Video Arde - 3’40



Monicas_fetish- Rodrigo Faustini - 3’16’’













CLAUDIOS, VHS - Carlosmagno Rodrigues 2018, 14'











Seleção de Vídeos 1 – 46´
Curadoria: Carlosmagno Rodrigues e Joacélio Batista

A TIMELINE:BH é uma mostra que se preocupa em aproximar imagens e pensamentos e contamos com uma liberdade curatorial e pesquisa de trabalhos do vídeo e do cinema expandido, talentos proeminentes de diversos mundos e modos. Na presente edição tentamos linear narrativas e plasticidades eletrônicas, imaterialidades culturais que se reinventam, submetidas a agrupamentos, ora em sequências de um mesmo autor, ora em potencialidades de uma única obra. 


Nesta primeira parte procuramos desencadear ideias a partir da obra “a arte não ‘esta’ na arte” de Flávia Coelho, que através de um coloquialismo de estrangeiro que define arte em perpendiculares líricas argumentativas ao passo que um animal doméstico deixa rastros de suas trajetórias, uma metáfora ao que é íntimo a quem se aventura a uma busca investigativa do pensamento lúdico e estético.



A arte não esta na arte - Flávia Coelho, 2018 Br 16’36”










Risca Delirante - Naina Magalhaes, 2018 Br 2’37”










Café colonial - Naina Magalhaes, 2014 Br 3’13”










Gris - Naina Magalhaes, 2016 Br 4’31”

Ciclo lunar - Marina Mayumi 2016 Br 1’6”










A Noiva - Jeannie Helleny, 2012  -Br 1’











Lovver Self – Pathos - Mariah Philippe, 2018 Br 3’26”











Elle et la poule - Kika Nicolela 2017 Bel-Br 5’










Éramos 7 hoje 6 - Francisco Pereira , 2018 Pt 2’23”






O ponto de linha reta é curto - Cristianne de Sá 2015  USA 3’40”








O doido no portão - Marcus Nascimento 2018 Br 13’49”










Seleção de vídeos  2 – 45´

Curadoria: Carlosmagno Rodrigues e Joacélio Batista

A TIMELINE:BH é uma mostra que se preocupa em aproximar imagens e pensamentos e contamos com uma liberdade curatorial e pesquisa de trabalhos do vídeo e do cinema expandido, talentos proeminentes de diversos mundos e modos. Na presente edição tentamos linear narrativas e plasticidades eletrônicas, imaterialidades culturais que se reinventam submetidas a agrupamentos, ora em sequências de um mesmo autor, ora em potencialidades de uma única obra. 


Nesta segunda parte procuramos desencadear ideias a partir da obra “RENASCENTISTA” de Flávia Coelho, um trabalho que explora a transmutação de seu autorretrato que duplicado se transforma e gera movimento. Os trabalhos que se seguem exploram plasticidades, pictorialismos digitais, o que poderia ser visto com ruído ou acidentes se estabelecem entre a poética sublime das múltiplas texturas e do “do it your self” sejam por finas e delicadas imagéticas ao trop-out.



Renascentista, Flávia Coelho 2018 Br 4’56”










Laurent et les belles endormies - Coline Dupuis 2017 Fr 4’18”










Morfostequia - Rafael Fernne, 2012 Br 0’50”










Cabine Erótica - Rafael Fernne, 2012 Br 1’37”










Retrato De Uma Árvore Bonita - Rafael Fernne, 2013 Br 3’










0006AS - Tiago Restivo 2013 Pt 0’41”











Open_field_01- Tiago Restivo 2017 Pt 0’17”










Open_field_02 - Tiago Restivo 2017 Pt 0’18”










Créditos - Lucas Kröeff, 2016 Br 3’24”











Da Janela - Henrique Iwao, 2015 Br 2’06”










Other moons - Laura Focarazzo, 2011 Ar 2’22" 









Música Invisível - Ludmila Queirós, Pt 5’









Analogía de un Viaje - Erick Tapia, 2016 Mex 8’27”







No lugar dos homens - Marcelo Braga, 2015 Br 3’20”










Iroko de Bom Jesus - Paulo Nazareth, 2017 Br 4’17"  











MOSTRA INDIVIDUAL VICTOR GALVÃO  - 36´
Curadoria: Carlosmagno Rodrigues e Joacélio Batista

Victor Galvão (BH-MG), transita entre a música, a poesia, a fotografia e o cinema expandido. Seus trabalhos exploram um imaginário rebuscado de nostalgias de formatos, deslocamentos geográficos e limitações técnicas de software, principalmente o “closed caption” (presente em qualquer tv digital), onde ensaia uma poética investigativa da solidão em múltiplas paisagens que nos são apresentadas com ritmos precisos, dado seu talento com o timing cinematográfico e musical.


Erosão - Victor Galvão, 2016 Br 5'27"











UM - Victor Galvão, 2017 Br 4'










Interlúdio percussivo #2 - Victor Galvão e Laura Gonzaga, 2014 Br 7’15”








Cybershots - Victor Galvão e Randolpho Lamounier - 2015 Br 11’48”









Overflow -Victor Galvão, 2015 Br 2’55”











Saturação - Victor Galvão, 2017 Br 6’33”